Estes são os princípios que governam tudo que publicamos. Eles não são decorativos, são as linhas que não cruzamos.

Não-fabricação. Não inventamos dado, citação, estudo nem personagem real. Ficção, quando existe, é declarada como tal e nunca usa nome de pessoa real.

Fontes reais. Toda afirmação de fato remete a uma fonte verificável. Preferimos literatura revisada por pares e dados de origem identificável.

Linguagem inclusiva e não-capacitista. Escrevemos respeitando a diversidade de quem lê e de quem é tema. Evitamos termos que reduzem pessoas a diagnósticos ou que naturalizam preconceito.

Brasil no centro. Pensamos a psicologia a partir daqui, com a realidade, a clínica e as questões brasileiras no eixo, sem ignorar o que se produz fora.

Isto não substitui atendimento clínico. Nosso conteúdo é editorial e informativo. Ele não é avaliação, diagnóstico nem aconselhamento, e não toma o lugar de um atendimento profissional. Se você precisa de ajuda, procure um profissional.